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Após 10 anos, Egito recebe Caravana do Avivamento da Fé



O grupo foi recebido com honras pelas autoridades locais e o pastor Dejair, líder mundial do Avivamento da Fé e pai da Sara Lima Silvério, destacou que voltar ao Egito é muito bom, pois lembra tudo o que Deus fez pelo seu povo. "É voltar no tempo e chorar pela maravilha que Ele fez e faz na vida do crente. Este povo é muito especial para nós, o histórico é fantástico, e aqui estamos escrevendo uma história linda, e vendo a mão de Deus usando este povo, muito lindo”, disse o pastor Dejair, bastante emocionado.



Eles ainda tiveram a satisfação de reencontrar o mesmo guia e o mesmo motorista, depois de dez anos em mais um momento emocionante da viagem. "Estou muito feliz e honrada, agradecida, um povo maravilhoso, mostrou muita receptividade com tanto amor, honrando a nossa caravana, até pensamos que não voltaria, mas tudo é no tempo de Deus", disse a missionária Marli Silvério.





A missionária Juliana contou que é muito bom rever as Pirâmides e o Monte Sinai. “Foi impactante relembrar a história do sequestro no Sinai, dez anos atrás, fizemos o mesmo percurso, passamos exatamente no lugar que fomos abordados pelos Beduínos aos tiros e ouvimos o guia Mustafá (sequestrado junto). O lado da história que não sabíamos, pois agora ele nos traduziu o que os beduínos falavam em árabe e com corações gratos chegamos na região do Sinai e agora estamos em um hotel no Mar Vermelho. Obrigada Jesus, amamos esta nação”, resumiu a missionária Juliana.






Abaixo matéria que saiu nas principais mídias:

G1

Beduínos libertam as duas brasileiras sequestradas no Egito (Brasil)

Duas turistas brasileiras tomadas como reféns por beduínos, neste domingo, na Península de Sinai, no Egito, foram libertadas horas depois do sequestro e estão passando bem, disse um porta-voz do Itamaraty à AFP.

"Recebemos a confirmação de que foram libertadas, e trasladadas a um hotel (perto do Monte Sinai) onde estão os demais passageiros do ônibus em que viajavam", disse o funcionário, que preferiu não ter o nome divulgado.

A notícia foi dada ao portal G1 pelo pai de uma das reféns, o pastor evangélico Dejair Batista Silvério, de 60 anos, testemunha do sequestro. Ele disse que chegou a falar por telefone com a filha Sara Lima Silvério, de 18 anos, depois da libertação, junto com a amiga Zélia Magalhães de Mello, de 45.

"Ela está viva. Falei com ela por telefone e me disse: 'estou bem'", contou.

Dejair explicou que as duas foram levadas por beduínos que "metralharam" o ônibus onde estavam, a caminho do Monte Sinai.

O veículo foi interceptado por um grupo que teria levado, além das duas brasileiras, o guia do ônibus, que é egípcio e estava armado.

Os turistas brasileiros tinham deixado o Cairo, tomando uma estrada rumo ao Monte Sinai. 'De repente, dois carros ultrapassaram o ônibus e eles desceram atirando. Foram vários disparos, de metralhadora e de fuzil. Eles atiraram na porta do ônibus. Achei que estavam até atirando na gente já. Foi então que eles entraram no ônibus e levaram as duas para fora.'

Os sequestradores puseram os reféns em um carro e fugiram para uma região montanhosa, segundo autoridades egípcias.

Os demais brasileiros que estavam no veículo foram escoltados, depois do incidente, por duas equipes das forças de segurança egípcias para um hotel perto do Monte Sinai, segundo Silvério.


Fonte G1 - 18/03/2012 21h33

Por France Presse


  • Internacional

Agencia Brasil

Itamaraty confirma sequestro de duas brasileiras por beduínos no Egito

18/03/2012 - 15h30

Brasília - O Itamaraty confirmou há pouco o sequestro de duas brasileiras ocorrido hoje (18) no Egito. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, as autoridades egípcias estão negociando a libertação das brasileiras, com o acompanhamento da Embaixada do Brasil no Cairo, capital do país. De acordo com o Itamaraty, um ônibus com vários brasileiros a bordo foi atacado por beduínos e as duas mulheres foram levadas. O veículo foi abordado na Península do Sinai, no Egito, segundo autoridades locais.

Fonte:

Ivan Richard Repórter da Agência Brasil Edição: Juliana Andrade


Veja

Mundo

Duas brasileiras são sequestradas por beduínos no Egito

Turistas retornavam de mosteiro histórico no Sinai quando foram levadas


Beduínos egípcios sequestraram neste domingo duas adolescentes brasileiras na Península do Sinai, no terceiro caso desse tipo na região envolvendo turistas em 2012. mosteiro histórico de Santa Catarina, no sudeste do Sinai, quando os beduínos anunciaram o sequestro, segundo fontes dos serviços de segurança.


Uma fonte informou que dois beduínos, que viajavam em um veículo 4×4, pararam um ônibus de turismo e sequestraram somente as turistas e o seu guia, antes de abandonar o local em direção às montanhas. Em troca das turistas, os criminosos desejam a libertação de outros beduínos presos pelas autoridades egípcias.

Em fevereiro, beduínos sequestraram três turistas sul-coreanos na mesma região, pouco depois de um crime similar contra duas americanas e um guia egípcio, com a exigência de libertação de companheiros detidos. Os turistas e o guia foram libertados rapidamente e sem ferimentos, assim como 25 trabalhadores chineses que haviam sido sequestrados em janeiro.

A pouco habitada região abriga a maioria dos resorts egípcios, ao mesmo tempo que é o local de moradia de grande parte da população beduína pobre. Desde a revolta que derrubou o ditador Hosni Mubarak ano passado, a região do Sinai se tornou uma área ainda mais violenta, com ataques a delegacias de polícia e explosões frequentes contra oleodutos que levam gás ao vizinho Israel.


(Com agência France-Presse)


SBT

Brasileiras sequestradas no Egito volta ao Brasil


Brasileiras sequestradas em viagem ao Egito são libertadas


Duas brasileiras foram sequestradas durante uma viagem ao Egito. Enquanto elas voltavam do Monte Sinai, foram abordadas por um grupo de beduínos nômades que vivem na região. Eles metralharam o ônibus da excursão, renderam os seguranças e levaram Zélia, Sara, um guia e um oficial egípcio. Foram 9 horas de sequestro.

Segundo as vítimas, eles deram comida, coberta e diziam para ficarem tranquilas, o guia também as acalmou, dizendo que não faziam nada contra eles, o problema do grupo era com o governo.

Fonte:


18/03/2012 22h52 - Atualizado em 18/03/2012 23h02

'Eles não foram agressivos', diz brasileira sequestrada no Egito

Sara Lima Silvério, de 18 anos, diz que foi bem tratada pelos beduínos. Ela e uma amiga foram liberadas sem ferimentos.


Uma das brasileiras sequestradas no Egito, Sara Lima Silvério, de 18 anos, disse na noite deste domingo (18) que foi bem tratada pelos beduínos, que a levaram para um vale no meio do deserto. "Não me tocaram. Não molestaram nenhuma de nós. Eles não foram agressivos com a gente", disse, após chegar ao hotel escoltada por generais do Exército egípcio. Ela e a amiga Zélia Magalhães de Mello, de 45, foram libertadas sem ferimentos do cativeiro após negociações. "A gente foi tirada do ônibus, colocada dentro de um carro. Levaram a gente para o meio do deserto, no Vale do Sinai. Lá eles colocaram um tapete no chão, a gente sentou e eles deram várias cobertas. Depois, serviram chá, serviram comida", contou ao G1, por telefone, do Egito. Segundo ela, quando iam ao banheiro, os sequestradores não a acompanhavam, preservando a intimidade. "A gente orou por nove horas, desde o momento em que fomos levadas até o momento em que chegamos ao hotel."

Sara e Zélia fazem parte da Igreja Evangélica Avivamento da Fé, que tem sede em Osasco, na Grande São Paulo. O grupo de 42 pessoas realizou uma excursão ao país.

Os turistas brasileiros haviam saído do Cairo e tomado uma estrada rumo ao Monte Sinai. "De repente, dois carros ultrapassaram o ônibus e eles desceram atirando. Foram vários disparos, de metralhadora e de fuzil. Eles atiraram na porta do ônibus. Achei que estavam até atirando na gente já. Foi então que eles entraram no ônibus e levaram as duas para fora", afirmou o pastor Dejair Silvério, pai de Sara..

O ônibus foi interceptado por um grupo de beduínos que sequestrou, além das duas brasileiras, o segurança do ônibus, que é egípcio e estava armado, segundo fontes do Itamaraty.

Sara disse que fará a viagem ao país novamente "sem problemas". "Volto com certeza." Ela afirmou ainda que os debuínos "quiseram chamar a atenção do governo". "Foi algo político."

A jovem disse que o guia sequestrado junto ajudou na comunicação, traduzindo o que os beduínos perguntavam. "Eles sempre perguntavam se a gente estava com frio, fome e falando que tudo ia ficar bem", relatou. "A gente só achava que ia acontecer alguma coisa quando eles começavam a falar muito alto. Mas a gente não chorou, não gritou, manteve a calma", disse.

Sara definiu o reencontro com a família como "lindo". O pai, a mãe e a irmã aguardavam a chegada dela no hotel perto do Monte Sinai. "A gente começou a dançar. Todo mundo abraçou a gente. Foi uma experiência incrível, porque acrescentou à minha fé. Fiquei muito feliz de ver todo mundo."

A intenção do grupo é cruzar a fronteira com Israel nesta semana e voltar ao Brasil no dia 27. Sara, que fez um intensivo de inglês em Dallas, pretende cursar música. A segunda opção é ser tradutora intérprete. Ela disse que atualmente faz cursos de francês e japonês.


Amigos oram pelas brasileiras sequestradas no Egito (Foto: Eduardo Carvalho/G1)


Fiéis de igreja de brasileiras sequestradas no Egito oram pela segurança delas, em Osasco (Foto: Eduardo Carvalho/G1)

Vídeo do Fantástico abaixo:

Fonte:

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