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Dia Mundial Sem Tabaco é lembrado no parlamento osasquense



Moção de Apoio à data impulsionou debate sobre o tema em plenário

O Dia Mundial de Combate ao Fumo — ou Dia Mundial Sem Tabaco — foi lembrado durante a 16ª Sessão Ordinária da Câmara de Osasco, na última terça-feira (31). Comemorada em 31 de maio, a data não passou em branco no parlamento osasquense e foi motivo de debate durante a discussão da Moção de Apoio 162/2022, apresentada pela vereadora Cristiane Celegato (Republicanos). “Esse dia foi instituído em 1987 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), para alertar sobre os danos causados pelo tabagismo, uma doença crônica causada pela dependência química da nicotina, presente nos produtos à base de tabaco”, explicou a parlamentar.


Cristiane Celegato usou a tribuna para falar sobre os males causados pelo tabagismo que, segundo a OMS, responde por 25% de todas as mortes por câncer no mundo. “Só no Brasil, são 161.853 mortes anuais atribuíveis ao uso de tabaco, o que representa 443 mortes por dia”, alertou. A vereadora manifestou preocupação com o uso de cigarros eletrônicos e narguilés pelos jovens, que causam ainda mais males que os cigarros comuns. Outro receio da vereadora é com relação ao fumo passivo, ou seja, o ato de respirar fumaça ao estar perto de fumantes. A prática aumenta em até 30% o risco de câncer de pulmão e em 24% a possibilidade de sofrer infarto. Cristiane encorajou as pessoas a pararem de fumar e a procurarem os tratamentos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) contra o tabagismo. Já a vereadora Elsa Oliveira (Podemos) falou sobre o drama vivido dentro de sua casa, quando perdeu o pai por Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). “É uma doença que assola mais de dois milhões de pessoas no Brasil e de 85% a 90% das mortes são causadas pelo tabagismo”, justificou. Os vereadores Joel Nunes (Republicanos) e Délbio Teruel (União Brasil) usaram a tribuna para defender ações de apoio, por parte do governo e da iniciativa privada, a pessoas que querem abandonar o vício em tabaco. A vereadora Lúcia da Saúde (Podemos) também defendeu ações de conscientização sobre os malefícios causados pelo fumo. Ela acredita que esse tipo de política pública reflete até mesmo na área da saúde. “Com a redução do número de usuários, o município passa a ter um custo menor no atendimento a pessoas com doenças geradas pelo cigarro. Vamos proteger as pessoas”, finalizou.

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