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Osasco fecha fevereiro com saldo positivo de empregos


Dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, apontam que em fevereiro deste ano Osasco registrou saldo positivo de vagas, fechando com saldo de 928 vagas. No período foram 8.678 admissões contra 7.750 desligamentos.

Na cidade, os destaques ficaram para os setores de Serviços, com admissão de 845 trabalhadores, seguido por Construção Civil (244) e Indústria (49). Os setores de Comércio e Agropecuária fecharam com saldos negativos de 209 e 1, respectivamente. Já o estoque, que é a quantidade total de vínculos ativos pela CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas), chegou a 179.982.

A geração de novos empregos na cidade se explica não só pelo trabalho da Administração em políticas fiscais visando atrair novas empresas, mas também pelos investimentos em infraestrutura, como o recapeamento, nova iluminação pública com lâmpadas de LED e reforço na segurança, com a contratação de novos guardas municipais, criação da ROMU e instalação de câmeras de monitoramento em diversos pontos do município, construção e reformas de escolas, renovação das unidades de saúde, entre outros.

Somados, tais fatores contribuem para que as empresas se sintam mais seguras para investir na cidade, que tem a segunda maior economia no Estado e a sétima do país. Osasco também teve destaque no levantamento do ICE (Índice de Cidades Empreendedoras), divulgado nesta semana, figurando entre as melhores cidades para empreender no país. A pesquisa, realizada pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap), é considerada o principal raio-x do ambiente de negócios do Brasil.

Os 101 municípios mais populosos são avaliados desde 2014. Sete quesitos são considerados: Ambiente Regulatório, Infraestrutura, Mercado, Acesso Capital, Inovação, Capital Humano e Cultura Empreendedora. Osasco ficou em segundo lugar no quesito Acesso a Capital, atrás da cidade de São Paulo. Osasco também se destacou em Mercado, ficando em 4° lugar, atrás de Niterói (RJ), Jundiaí (SP) e Brasília (DF).

PERFIL DOS TRABALHADORES

O levantamento do Caged mostra que o maior número de contratações foi de pessoas do sexo masculino (4.526) ante 4.152 mulheres. A maioria tinha ensino médio e estava na faixa etária entre 18 e 24 anos, seguida por pessoas entre 30 e 39 anos.





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