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Parlamentares osasquenses alertam sobre redução nos índices de vacinação


Queda da cobertura vacinal foi tema de Moção de Esclarecimento

A redução nos índices de cobertura vacinal foi tema de debate na 16ª Sessão Ordinária da Câmara de Osasco, realizada nesta terça-feira (31). Os parlamentares debateram o assunto durante a votação da Moção de Esclarecimento 150/2022, de autoria da vereadora Ana Paula Rossi (PL), que questiona a redução nos índices de cobertura vacinal no Brasil. Na última segunda-feira (30), a Câmara sediou uma Audiência Pública de prestação de contas da Secretaria da Saúde, que trouxe os dados de cobertura vacinal em Osasco. As menores coberturas são para as vacinas contra Hepatite A (40%), Poliomielite (46%), Hepatite B (50%) e Tríplice Bacteriana (5%). “Apresentei essa moção com relação à cobertura vacinal, de uma forma geral, para que sirva como alerta”, disse Ana Paula Rossi. De acordo com pesquisas citadas pela vereadora, dentre as causas da queda nos índices de vacinação estão a percepção errada de que as doenças erradicadas não representam mais riscos e a perda de confiança nas vacinas, devido à veiculação de notícias falsas. Ela falou sobre a falta de adesão da população às campanhas de vacinação contra doenças como caxumba, poliomielite, dentre outras enfermidades que podem trazer danos irreversíveis às crianças. Segundo a parlamentar, doenças que estavam erradicadas do país estão voltando e colocando em risco a população, por conta da baixa cobertura vacinal e fez um alerta: “quando o país deixa de atingir a meta de imunização, corre o risco de voltar a ficar vulnerável aos males já superados, o que significaria um retrocesso”. A vereadora Juliana da AtivOz (PSOL) também lamentou os índices de adesão da população às campanhas de vacinação. Ela fez um alerta para as mães para que procurem a unidade de saúde mais próxima para que imunizem seus filhos. Segundo a parlamentar, é importante que as mães verifiquem o estado de saúde dos filhos e evite a imunização se a criança apresentar sintomas gripais ou de qualquer outro tipo de doença, para que não haja reações no pós-vacina. “É Importante procurar a UBS de referência, atualizar a caderneta de vacinação e se atentar às condições de saúde da criança antes da aplicação da vacina”, concluiu.


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