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Vereadoras pedem esclarecimento sobre crimes de abuso sexual infanto juvenil




Tema veio à tona durante discussão de Moção da vereadora Ana Paula Rossi

Os crimes de pedofilia e abuso sexual contra crianças e adolescentes foram tema de debate nesta quinta-feira (11), durante a 26ª Sessão Ordinária da Câmara de Osasco. Essas questões vieram à tona durante discussão da Moção 150/2023, de iniciativa da vereadora Ana Paula Rossi (PL), que pede esclarecimentos sobre a Semana Municipal de Combate à Pedofilia. A data integra o Calendário Oficial da cidade e prevê ações de conscientização e orientação na segunda semana do mês de maio. “É uma pauta muito necessária, até porque é uma discussão que deve ser permanente”, justificou. Segundo Ana Paula, Osasco tem outra data no Calendário Oficial para discutir o Maio Laranja, que orienta e esclarece sobre abuso sexual contra crianças e adolescentes. “É algo que a gente tem que todos os dias estar conversando; usar a informação como a melhor forma de prevenção”, acrescentou. Ana Paula Rossi lamentou que os pais e responsáveis de crianças e adolescentes vítimas de abusos sexuais continuem a enfrentar dificuldades para a comprovação desses crimes. Segundo ela, há fila de um ano para esse tipo de atendimento. “Temos que reforçar a importância que tem o Conselho Tutelar e a gente ter um fluxo de atendimento na nossa cidade”, defendeu Ana Paula, que é membro da Comissão Legislativa da Criança, do Adolescente, da Juventude e da Mulher. Juliana da AtivOz (PSOL), vereadora membro da Comissão, defendeu o fluxo de atendimento intersetorial para garantir mais atenção às crianças e adolescentes abusados. “Se as políticas públicas não estiverem alinhadas, não se consegue tirar esse problema da vida da família”. A presidente da Comissão, vereadora Elsa Oliveira (Podemos), também defendeu o fluxo. “Tem mais de um ano que a gente vem cobrando esse fluxo e ele precisa existir”. Elsa encaminhou ofício à Secretaria-Executiva de Juventude e pediu informações sobre a criação deste fluxo. Em nome da Comissão, Elsa solicitou cópia de todas as atas que discutem o assunto. O Ministério da Saúde possui um fluxograma de atendimento em saúde, voltado aos casos de abusos sexuais a mulheres e adolescentes, que envolve vários setores e etapas.

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